Ian Curtis (1956-1980)

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Ian Curtis

Sabemos que os bons que morrem demasiado cedo recebem quase instantaneamente entrada directa no estrelato. E only the good die youngTalvez seja o seu fim prematuro que os consagra como estrelas, ícones que vemos eternamente jovens, desaparecidos no auge do seu talento.

Ontem, passaram 35 anos da morte de Ian Curtis. Atormentado e genial, foi um dos membros dos Joy Division. Parece redutor mas não seria justo dar-lhe mais mérito que a Peter Hook, Bernard Sumner ou Stephen Morris. Na verdade, a morte de Curtis não colocou fim à existência musical dos seus colegas. Conhecemos os New Order e o som inaugural dos Joy Division não se perdeu nem se isolou; acrescentou-se com o tempo.

Ian Curtis ficou no tempo, sim. Nos seus 23 anos eternamente cristalizados. Na dança espástica dos seus movimentos. No desalinho do seu cabelo curto que rapazes e raparigas tentam imitar. Vi-os a todos, tentando agarra-se à memória de Curtis no último concerto que Hooky deu em Lisboa.

Heart and soul, one will burn.

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